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Rússia relembra tragédia com submarino Kursk
Serão realizadas cerimônias em várias cidades russas nesta terça-feira, para marcar os três anos desde que o submarino Kursk afundou, matando 118 marinheiros. O inquérito oficial fechou há mais de um ano, mas, nesta semana, alguns familiares irão pedir ao governo para que reabra o caso. Em São Petersburgo, um outro memorial irá lembrar os três anos. Há 32 lápides no emitério de Serafimov, lembrando alguns dos marinheiros. Eles foram vítimas do pior desastre naval na história de paz da Rússia. Mas em uma das lápides a data da morte não aparece. 'Abafado' Dmitry Kolesnikov ficou famoso por causa da carta encontrada em seu corpo, quando ele foi retirado das ruínas do submarino. A carta dizia que 23 homens continuavam vivos, horas depois que o submarino afundou. Muitos acreditam que eles poderiam ser sido salvos, se a Marinha russa tivesse agido rapidamente. Apesar do inquérito oficial, os pais de Dmitry ainda têm muitas perguntas. E eles não estão sozinhos. No fim desta semana, 40 famílias entrarão na Justiça com um pedido para que o caso seja reaberto. Muitos suspeitam que o caso tenha sido abafado. Os familiares afirmam que não estão buscando mais compensação. Eles só querem saber a verdade. |
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