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França anuncia medidas para economizar energia
O governo da França anunciou medidas de emergência para evitar problemas de falta de energia em razão da forte onda de calor que atravessa o país. Uma delas é a autorização às usinas de energia nuclear para liberar a água utilizada para resfriar seus reatores a temperaturas maiores que as de costume. Ambientalistas do país criticaram a decisão. A água dos reatores costumam ser despejadas em rios - antes, porém, espera-se o seu resfriamento para temperaturas seguras. Paris tem registrado mais de 35 graus por mais de uma semana. No domingo, foi quebrado o recorde de temperatura noturna na cidade, com uma máxima de 25,5 graus. Mortes Médicos dizem que pelo menos 50 pessoas morreram nos últimos quatro dias em decorrência do calor. A ministra francesa do Meio Ambiente, Roselyne Bachelot, disse que os procedimentos nas usinas nucleares serão estudados caso a caso e levarão em conta os prejuízos ambientais. Cerca de 80% da produção de energia elétrica do país são geradas em 19 usinas nucleares. O aumento no uso de refrigeração e ar-condicionado ameaça causar "apagões" na França. Outros países europeus passam por dificuldades semelhantes. Várias partes da Itália também têm enfrentado falta de energia. As autoridades holandesas alertaram o público, dizendo que possivelmente o fornecimento de energia não será capaz de atender a grandes demandas nos horários de pico. Meteorologistas prevêem mais alguns dias de intenso calor na Espanha, Alemanha e França. A Itália deve seguir com altas temperaturas até setembro. Na segunda-feira, os italianos de Turin presenciaram o dia mais quente dos últimos 250 anos: 41,6 graus. |
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