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FBI investigará no Iraque atentado a embaixada
Agentes do FBI (a polícia federal americana) estão sendo enviados ao Iraque para auxiliar nas investigações sobre o atentado à embaixada da Jordânia em Bagdá, a capital iraquiana. O administrador americano do Iraque, Paul Bremer, disse que o FBI fará todo o possível para auxiliar as autoridades locais a encontrarem os autores do ataque, que matou pelo menos 17 pessoas. Bernard Kerik, o ex-chefe da polícia de Nova York e atual responsável pelo treinamento da polícia iraquiana, disse que a investigação exige a participação de especialistas em explosivos. Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, realizado com um carro-bomba na última quinta-feira. Bernard Kerik disse não acreditar nos relatos de que o grupo militante islâmico Ansar al-Islam estaria por trás dos ataques. De acordo com ele, até o momento, as investigações não apontam neste sentido. Ataques Neste sábado, tropas dos Estados Unidos sofreram novos ataques em diferentes partes do Iraque. Soldados que patrulhavam uma área de Kirkuk, no norte do país, foram atingidos com tiros e por uma granada. Ainda no sábado, em Kirkuk, militares americanos abiram fogo contra um veículo que não parou em posto de controle militar, ferindo dois iraquianos. Em Bagdá, dois soldados também ficaram feridos quando o veículo no qual viajavam foi atingido por uma boma numa estrada. Durante uma entrevista coletiva em seu rancho no Estado do Texas, o presidente americano, George W. Bush, disse que o trabalho dos Estados Unidos no Iraque está avançando, mesmo com os sucessivos ataques sofridos por tropas americanas. "Bancos estão sendo abertos, a infraestrutura está sendo retomada e o processo político está seguindo o caminho da democracia", disse Bush. Mas a despeito do relato otimista, a instabilidade no país continua e não tem atingido apenas os soldados dos Estados Unidos. Neste sábado, tropas britânicas entraram em confronto com moradores que realizavam um protesto em Basra, no sul do país. Os soldados da Grã-Bretanha deram tiros de advertência para dispersar a multidão que protestava contra a escassez de combustível em postos de gasolina. Segundo Valerie Amos, entre os países que manifestaram interesse em participar estão Índia, Paquistão e Turquia. |
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