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'The Economist': Londres tem mais imigrantes que NY
A reportagem de capa da revista The Economist, que chega nesta sexta-feira às bancas britânicas, afirma que "O Mundo está se mudando para Londres". De acordo com a revista, nunca a cidade recebeu tantos estrangeiros – o que faz com que Londres tenha hoje mais imigrantes do que Nova York e Los Angeles. A revista afirma que o governo deve encarar a presença de estrangeiros como benéfica para a capital britânica porque ela faz com que Londres fique mais diversificada culturalmente e também aquece a economia. Em um editorial, o jornal britânico Financial Times pede a presença de tropas internacionais no Iraque. Segundo o jornal, os Estados Unidos precisam se voltar às Nações Unidas se desejam não ter mais soldados mortos. O diário afirma que a colaboração de países como França, Turquia, Índia e Paquistão é fundamental para não tornar a situação no Iraque "fora de controle". Aids O jornal Die Burger, da África do Sul, pede que o presidente Thabo Mbeki decrete estado de emergência no país, por conta da epidemia de Aids. O diário afirma que um novo ministro da Saúde seja apontado, pois os africanos precisam de uma liderança que trate a Aids com a seriedade que ela merece. "A teimosia e a insanidade do governo precisa acabar", avalia o jornal. E o governo do presidente George W. Bush "manipula dados científicos, para justificar a sua ideologia e proteger os interesses de seus aliados políticos", afirma uma reportagem do jornal americano The New York Times. O semanário diz que uma investigação realizada pela oposição democrata concluiu que em questões como o aquecimento global e a educação sexual, o governo "arruma um jeito" de burlar dados para justificar, por exemplo, a não ratificação do Protocolo de Kyoto e pregar a abstinência sexual - e não o uso da camisinha - como forma de evitar a Aids. E o jornal colombiano El Mundo analisa o primeiro ano do governo de Álvaro Uribe, completo ontem. Segundo a publicação, o presidente está conseguindo passar uma maior sensação de segurança à população colombiana e deve aproveitar os seus altos índices de popularidade para tentar aprovar, constitucionalmente, a realização de reeleições no país. |
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