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Morte de Roberto Marinho é destaque na imprensa argentina
O jornal argentino Clarín afirma que o jornalista Roberto Marinho tinha fama de eleger, por sua influência, chefes de estado e dar sugestões de nomes para o Ministério da Fazenda. A publicação ressalta que o jornalista dominou durante quase quatro décadas a comunicação brasileira e era dono do maior império de mídia da América Latina. Ainda segundo o Clarín, a TV Globo arrecada 60% das verbas do mercado publicitário do Brasil. A morte do brasileiro também ganhou destaque em sites internacionais. Calor O ataque de servidores ao Congresso Nacional, na quarta-feira, é destaque no jornal norte-americano The New York Times. O semanário afirma que a votação do texto da reforma da previdência foi uma vitória política para o presidente Lula, mas provocou a revolta dos servidores que agora chamam Lula de "traidor". O jornal britânico Financial Times afirma que a votação da reforma provocou divisões profundas entre tradicionais militantes do PT. O jornal também lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou até a cancelar sua viagem a África para negociar mais apoio interno. Para o Financial Times, a crise foi agravada por uma desconfiança do mercado nos papéis brasileiros. Na Grã-Bretanha, o calor é o principal destaque dos jornais. The Independent afirma que o recorde de 35,4º C, a maior temperatura da história de Londres, não é nada comparada ao que está por vir com o aquecimento global. O jornal afirma que a diminuição da emissão dos gases de efeito estufa é a única saída para que o mundo não sofra sucessivamente com as altas temperaturas. |
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