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Bush aprova sanções contra a Birmânia O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sancionou leis que impõem sanções econômicas contra a Birmânia, para enfraquecer o regime militar do país. A lei, que já foi aprovada pelo Congresso americano, foi apresentada em resposta à manutenção da detenção da líder da oposição civil Aung San Suu Kyi. Representantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha se reuniram com Aung San Suu Kyi na segunda-feira e disseram que o estado de saúde dela é bom. O ministro do Exterior da Birmânia, Win Aung, disse que a iniciativa americana é unilateral e foi "adotada por quem não tem nenhuma preocupação com as pessoas". Milhões Segundo as autoridades americanas, as sanções vão fazer com que a Birmânia deixe de ganhar US$ 350 milhões em três anos. A legislação sancionada por Bush também autoriza o presidente americano a ajudar militantes birmaneses pela democracia, congelar bens do regime em bancos americanos e impor uma proibição mais ampla na concessão de visto de entrada nos Estados Unidos a autoridades birmanesas. A Birmânia exporta para os Estados Unidos principalmente roupas. Segundo críticos das sanções, os primeiros a serem prejudicados serão os trabalhadores da indústria têxtil e não a elite do governo. O partido de Aun San Suu Kyi, a Liga Nacional pela Democracia, venceu as eleições nacionais na Birmânia em 1990, mas líderes militares impediram seus integrantes de chegar ao poder. Aun San Suu Kyi já passou, no total, mais de sete anos em prisão domiciliar. |
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