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França quer extradição de ex-militar argentino
A França pediu à Argentina a extradição do ex-capitão da Marinha Alfredo Astiz, acusado de crimes contra cidadãos franceses. Astiz foi apelidado de "Anjo Louro da Morte" pela imprensa argentina devido ao seu suposto papel na repressão a opositores da ditadura no país. A justiça francesa o condenou - em sua ausência - à prisão perpétua pela morte de duas freiras em 1977. O ex-militar foi preso na sexta-feira, depois que o presidente argentino Nestor Kirchner determinou a anulação das leis que impediam extradições como esta. Espanha O juiz espanhol Baltasar Garzon também pediu a extradição de outros 45 argentinos que estariam envolvidos com a morte de cidadãos da Espanha. A lista inclui o líder do golpe de 1976, Jorge Videla, o diretor da Escola de Mecânica da Marinha - que era considerada um centro do tortura -, Emilio Massera, além do próprio Alfredo Astiz. As autoridades argentinas já prenderam 42 militares acusados de abusos de direitos humanos na ditadura, entre 1976 e 1983. Analistas observam que os militares podem lutar contra a extradição com base em uma lei de anistia que foi aprovada em 1980 |
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