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Rastafáris do mundo todo discutem maconha e 'repatriação' na Jamaica
Centenas de seguidores do rastafarianismo de vários países participam de uma conferência internacional sobre a religião na Jamaica. O encontro vai discutir, ao longo de uma semana, assuntos como a "repatriação" de rastafáris à África e a legalização do uso de maconha em rituais. Segundo os seguidores da religião, escrituras da Bíblia provam que Deus criou "a erva a serviço do homem". Participam da reunião rastas do Caribe, da América do Norte, da Europa e da África. Além da "repatriação", eles discutem ainda indenizações para os descendentes de escravos. Abaixo-assinado No ano passado, os rastafáris da Jamaica uma ex-colônia britânica apresentaram um abaixo-assinado pedindo à rainha Elizabeth 2ª transporte gratuito para a África. Os britânicos não atenderam o pedido. A "repatriação" é um dos pilares do rastafarianismo, que surgiu na Jamaica na década de 30 como uma religião de libertação dos negros, com raízes cristãs e judaicas. Os rastafáris adoram o falecido imperador da Etiópia Haile Salassie também conhecido como Ras Tafari que é considerado pelos seguidores da religião o Deus vivo, ou o "Leão de Judá". A Etiópia é vista como a nova Jerusalém, para onde Deus os ajuda a retornar. Em todo o mundo, estima-se o número de rastáfaris em 700 mil. Muitos deles seguem dietas rigorosas e usam dreadlocks (tranças típicas) nos cabelos segundo os rastas, a Bíblia também determina isso. Nos anos 70, o cantor jamaicano Bob Marley popularizou a religião por intermédio de sua música, que falava de justiça social, paz, amor e maconha. |
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