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Olimpíada 2012: Rio está em 5º em casas de aposta
Na corrida para sediar as Olimpíadas de 2012, o Rio de Janeiro largou na quinta posição, segundo as duas principais casas de apostas da Grã-Bretanha, na véspera da divulgação da lista final dos candidatos. A William Hill, a mais tradicional do país, e a Ladbrokes, a maior do país, põem a "Cidade Maravilhosa" depois de Londres, Paris, Madri e Nova York, mas antes de Moscou, Leipzig (Alemanha), Istambul (Turquia) e Havana. O Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou a lista final confirmando essas nove cidades-candidatas nesta quarta-feira. No entanto, antes mesmo de a lista definitiva ser fechada, Londres e Paris já disparam como favoritas. Ambas pagam cerca de 2 para 1 nas bolsas de apostas, mas Londres tem uma ligeira vantagem. Confiança O Rio desponta na quinta colocação com 14/1, segundo a Ladbrokes, e 10/1, na William Hill. Na média, a cotação fica em 12/1. O desempenho não abalou a confiança do prefeito do Rio, Cesar Maia. Para ele, que também estava à frente da Prefeitura na candidatura às Olimpíadas de 2004, o Rio disputará a vaga com uma cidade européia. "Pegue o valor do Rio dez dias atrás: eram 14/1. Retire Nova York do páreo, porque a capital do mundo estar com 9/1 (média entre a Ladbrokes, 8/1, e a William Hill, 10/1) significa eliminação. E verá que há duas cidades disputando: uma européia, só uma, que é favorita, e outra de outro continente, que será o Rio", afirmou à BBC Brasil o prefeito da cidade. "Faltam dois anos e, se progredirmos como fizemos nesses dez dias, estaremos bem, muito bem", completou Maia. Na cotação de outra casa, a Coral, no entanto, a cidade paga 14/1 e fica atrás até de Toronto (9/1), no Canadá, que nem poderá concorrer à vaga porque Vancouver, do mesmo país, vai sediar as Olimpíadas de Inverno de 2010. Azarão O azarão em todas as listas é Havana, em Cuba, único representante do Caribe, sem chances, segundo os analistas, principalmente por estar diplomaticamente isolada e ter oposição garantida dos Estados Unidos. Os críticos da candidatura do Rio têm apontado como pontos fracos a violência e os problemas sociais da cidade, além da falta de infra-estrutura. No entanto, Cesar Maia e outros defensores da candidatura carioca ressaltam a importância dos investimentos que serão feitos na cidade para a realização dos Jogos Panamericanos de 2007. Para o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, as chances do Rio de Janeiro e das outras cidades estão diretamente ligadas à qualidade do dossiê que será apresentado ao COI, como também às garantias financeiras. A proposta do COB e do Rio é apresentar um dossiê de qualidade com chances reais de lutar pela sede de 2012. A decisão final do COI será divulgada em julho de 2005. Até lá, representantes do comitê visitarão as cidades-candidatas para elaborar seus relatórios. |
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