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UE aprova lei para indenizar passageiros de vôos cancelados
Uma nova lei da União Européia (UE) garantindo indenizações mais altas aos passageiros que não conseguem embarcar em seus vôos foi aprovada nesta quinta-feira, apesar da oposição das companhias aéreas de baixo custo. O Parlamento europeu aprovou o projeto que dá maiores direitos aos passageiros, tanto no caso de cancelamentos quanto de atrasos nos vôos. De acordo com a nova legislação, quem não conseguir embarcar por overbooking (excesso de passageiros alocados pela empresa na aeronave) tem direito a escolher entre um vôo alternativo ou a devolução do dinheiro da passagem. As novas regras praticamente dobrarão o valor atual das indenizações. Mais dinheiro Para vôos curtos, o valor da indenização será 250 euros (R$ 808), mas pode chegar a até 600 euros (quase R$ 2 mil). Os passageiros que tiverem suas viagens canceladas terão os mesmos direitos e, pela primeira vez, até atrasos serão cobertos. Aqueles que tiverem que esperar por mais de duas horas por um vôo de curta duração, ou quatro horas para um vôo de longa duração, terão direito a devolução do valor da passagem. As novas regras de indenização foram duramente criticadas pelas companhias aéreas de baixo custo, que dizem que os valores podem chegar a várias vezes o preço de suas passagens. A Ryanair e a EasyJet estão entre as empresas mais freqüentemente criticadas por suas reações às reclamações dos clientes sobre atrasos e cancelamentos. No entanto, os argumentos de seus representantes alegando que serão forçados a subir os preços das passagens foram ignorados. |
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