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Imprensa dos EUA cobra ação de Bush na África O jornal americano The New York Times destaca a visita do presidente George W. Bush à Africa. Bush embarca nesta segunda-feira para o continente com a chance de, na opinião do jornal, controlar a Aids, reduzir a pobreza e dar melhores condições de vida para a população africana. Mas a visita, avalia o New York Times, ainda é marcada por ceticismo tanto nos Estados Unidos quanto na África. O International Herald Tribune também destaca a luta contra a Aids como o problema de maior urgência e no qual a África mais precisa de Bush. Para a publicação, se realmente estiver comprometido em ajudar o continente a combater a doença, o presidente americano tem de pensar seriamente em perdoar as dívidas externas dos países africanos. Fox No México, o jornal El Financiero afirma que as eleições parlamentares realizadas neste domingo foram uma boa oportunidade para "avaliar o governo de Vicente Fox". O partido da Ação Nacional, de Fox, obteve apenas 30,5% dos votos, ficando atrás do Partido Revolucionário Institucional, o PRI, que ganhou o apoio de 34,4% dos votos. Segundo o jornal, a ineficiência do governo e a desordem no México são o que mais desagradam os eleitores. A briga entre o governo de Tony Blair e a BBC, por causa de uma reportagem na qual uma fonte do serviço secreto acusa o governo de ter manipulado informações sobre o Iraque, é destaque na imprensa britânica. O jornal Financial Times diz em sua reportagem que, apesar das divergências, o governo britânico declarou que não vai intervir no orçamento da empresa, que deverá ser revisto em 2006. O colunista do jornal The Guardian Peter Preston afirma que o governo está apenas se prejudicando na disputa. Para Preston, o problema de Blair não é se as informações dos serviços secretos foram manipuladas ou não para justificar a guerra e sim que os fatos parecem "mais frágeis a cada minuto". O atentado em um show em Moscou, no último sábado, é destaque do jornal alemão Die Welt. O diário afirma que o conflito entre russos e chechenos tem um caráter "ambivalente". "Por um lado, os chechenos lutam contra uma ocupação brutal do Exército russo. Por outro, optam por armas terroristas", avalia o jornal. |
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