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Airbus fecha contrato de R$ 36,6 bilhões | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A fabricante de aviões Airbus recebeu uma encomenda de 41 aviões da empresa aérea de Dubai Emirados, num negócio assinado na feira aérea de Paris. O negócio é estimado em US$ 12,5 bilhões (R$ 36,6 bilhões), de acordo com a Airbus, e inclui 21 novas aeronaves do tipo superjumbo A380. O negócio deve ajudar a preservar alguns empregos na Rolls Royce, que recebeu da Airbus uma encomenda para fornecer os motores para 20 modelos A340 que também fazem parte do contrato. O valor desse negócio é de 900 milhões de libras esterlinas (R$ 4,4 bilhões). A crise por que passa a indústria indica que os preços devem ter sido negociados com pesados descontos. A Airbus roubou a cena em Paris. A empresa parece estar prestes a superar a Boeing pela primeira vez em 25 anos, em termos do número anual de aviões entregues. A companhia disse que espera entregar 300 aviões neste ano, bem acima da previsão anterior, de 175 aeronaves, apesar de o setor estar enfrentando sua pior crise. Otimistas "O mercado está melhor do que esperávamos e nossa participação cresceu além das expectativas", disse o diretor-executivo da Airbus, Noel Forgeard. "Somos realistas quanto ao atual ambiente econômico, mas também estamos otimistas". As vendas da Airbus surpreendem porque o setor aéreo têm sofrido com uma série de problemas. A contaminação de milhares de pessoas, principalmente na Ásia, pela Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês), a guerra no Iraque, preocupações com atentados e baixo crescimento econômico deprimiram o tráfego aéreo, fazendo com que as principais empresas aéreas reduzissem encomendas de novas aeronaves. |
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