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Argentina está otimista com recuperação
A economia da Argentina parece finalmente ter saído do fundo do poço. No primeiro trimestre de 2003, o país registrou um crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando saía da pior crise de sua história. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec), que também destacou que este é o primeiro resultado trimestral positivo desde 1998, quando o país entrou em uma longa recessão. O crescimento foi impulsionado por um aumento no nível de investimentos de 20,6%. Construção O capital chegou principalmente para o setor da construção civil e equipamento para a produção. É uma boa notícia para o governo do presidente Néstor Kirchner, que espera uma expansão no PIB de 5% neste ano. "As expectativas são boas. Temos uma grande esperança", disse Héctor Méndez, vice-presidente da União Industrial Argentina (UIA), ao falar das novas cifras. No primeiro semestre do ano passado, a terceira economia da América Latina estava parada por causa da elevada desvalorização do peso, do congelamento de depósitos bancários e da escassez de capitais por causa da moratória. Em 2002, o PIB argentino caiu 10,9% e o nível de investimentos teve uma retração de 36,1%. Agora, também as contas públicas mostram cifras alentadoras. O ministério da Economia da Argentina informou que o país excedeu em US$ 313,8 milhões (cerca de R$ 900 milhões) sua meta de superavit primário acertada com o FMI para os primeiros cinco meses deste ano. |
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