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Coréia do Norte promete aumentar dissuasão nuclear
A Coréia do Norte afirmou que pretende ampliar o seu poder de dissuasão nuclear, em resposta à crescente pressão dos Estados Unidos. Divulgado pela chancelaria norte-coreana, o comunicado oficial ameaça uma retaliação contra qualquer "ato hostil". E acrescentou que o país nunca abandonará o seu programa de armas nucleares sem que haja concessões de Washington. O secretário de Estado americano, Colin Powell, disse que os Estados Unidos não serão intimidados pela Coréia do Norte nem deixarão que o Estado comunista ameace seus aliados na Ásia. Urgência Segundo autoridades americanas, Powell afirmou a chanceleres dos países do Sudeste Asiático que o programa nuclear norte-coreano é hoje o assunto mais urgente na pauta da política externa de Washington. Discursando numa cúpula regional na capital do Camboja, Phnom Penh, Powell conclamou os participantes a exercer maior pressão sobre o governo da Coréia do Norte. Ele rejeitou os pedidos de Pyongyang para abrir negociações diretas com os Estados Unidos. Disse que os Estados Unidos não vão atuar sem os seus parceiros. Washington propõe um diálogo multilateral, envolvendo, além dos dois países, Japão, China e Coréia do Sul. A crise com a Coréia do Norte ganhou novos contornos a partir do final do ano passado, quando Pyongyang rompeu um acordo de não-proliferação com os Estados Unidos e anunciou estar reativando seu programa nuclear. O país expulsou inspetores internacionais, saiu do Tratado de Não-Proliferação e aumentou o tom de suas críticas a Washington. |
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