Hillary Clinton confirma visita ao Chile depois de terremoto

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, manterá sua visita ao Chile, marcada para esta terça-feira, apesar do terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o país no sábado.
Autoridades do Departamento de Estado americano informaram que algumas das reuniões programadas poderão mudar devido ao terremoto, mas Clinton deverá fazer uma visita curta ao país.
Em uma declaração no site do Departamento de Estado, Clinton afirmou que está "monitorando as informações do Chile e da costa do Pacífico, e nossos pensamentos e orações vão para todos aqueles que tiveram entes queridos afetados por esta tragédia".
"Os Estados Unidos continuam prontos para fornecer a assistência necessária ao Chile nos dias e semanas à frente e está coordenando de perto com autoridades chilenas o conteúdo e cronograma deste apoio", afirmou.
"Estarei em contato com a presidente (Michelle) Bachelet e outros líderes. Nosso hemisfério se une em momentos de crise, e vamos ficar lado a lado com o povo do Chile nesta emergência", acrescentou.
Clinton partiu de Washington na noite de domingo.
A visita de Clinton pela América Latina começa na segunda-feira no Uruguai, em Montevidéu, onde ela lidera uma delegação americana que participa da posse do presidente eleito José Mujica.
No Uruguai, ela deve se reunir com outros líderes presentes, como a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e o presidente do Equador, Rafael Correa.
Na quarta-feira, Clinton deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Exterior, Celso Amorim, em Brasília.
Telefonema
No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já havia entrado em contato com a presidente chilena Michelle Bachelet, depois do terremoto.
Em um telefonema de Washington, Obama afirmou que os Estados Unidos podem enviar recursos para ajudar o Chile, caso o governo do país precise.
Obama elogiou Bachelet pela reação do governo chileno ao desastre e falou sobre a capacidade e especialização dos serviços do país para lidar com terremotos. O presidente ainda insistiu que os Estados Unidos estão prontos para ajudar nos trabalhos de resgate e recuperação do país.
Bachelet por sua vez agradeceu ao presidente americano e afirmou que voltará a falar com Obama caso o Chile precise de ajuda.
O primeiro-ministro britânico Gordon Brown também afirmou no sábado que a Grã-Bretanha vai fazer tudo o possível para ajudar o governo do Chile.
França e Argentina também ofereceram ajuda ao Chile. E a ONU também ofereceu ajuda ao governo chileno.












