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Dezenas de pessoas morreram nas enchentes que atingiram as Filipinas neste fim de semana.
O chefe do Conselho Nacional de Coordenação de Desastres, Anthony Golez, afirmou que faltam recursos para lidar com a escala do desastre.
As chuvas torrenciais causadas pela tempestade tropical Ketsana provocaram enchentes na capital, Manila, e em outras 25 províncias no sábado.
Cerca de 80% da área da capital ficou embaixo d'água, deixando centenas de milhares desabrigados.
A energia elétrica e os telefones permanecem cortados em partes de Manila, enquanto representantes do governo local afirmam que falta alimentos, água e comida para os sobreviventes abrigados em campos improvisados.
"Nós estamos nos concentrando em esforços maciços nas operações de ajuda. O sistema está sobrecarregado, as unidades locais de governo estão sobrecarregadas", disse Golez à imprensa.
Soldados, policiais, médicos e um grande número de voluntários estão envolvidos nos esforços para ajudar as vítimas das enchentes, disseram as autoridades.
Calamidade
Durante o fim de semana, o governo declarou "estado de calamidade" em Manila e 25 províncias, permitindo o acesso a fundos de emergência.
A presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, visitou algumas das áreas devastadas pedindo calma em relação ao que chamou de "evento extremo" e pedindo doações para os esforços de resgate.
O chefe do serviço de meteorologia das Filipinas, Nathaniel Cruz, disse que mais de 40 cm de chuva caíram sobre Manila em apenas 12 horas, no sábado. A média de chuva para todo o mês de setembro foi de 39 centímetros.
O recorde anterior, de 33 centímetros de chuva ao longo de 24 horas, foi registrado em junho de 1967, acrescentou Cruz, que responsabilizou as mudanças climáticas pelas enchentes.
A tempestade Ketsana, cujos ventos atingiram 100 km por hora, chegou às Filipinas no sábado de manhã, cruzando a ilha principal, Luzon, antes de seguir para o mar do Sul da China.
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