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Com o passar dos anos, o empresário moveleiro Gedeon Rodrigues de Rondon do Pará, percebeu que conseguir madeira para fazer seus móveis foi ficando mais difícil e mais caro.
Foi aí que Rodrigues teve a ideia de buscar uma nova maneira de se sustentar e ainda ajudar a preservar a mata: usar os restos de madeira, que iriam virar carvão, para fazer móveis.
Entre as peças que ele produziu está uma mesa feita com uma tora que estava prestes a ser descartada porque era muito pequena para um aproveitamento comercial.
"Na hora que eu vi aquela tora caída, imediatamente peguei, criei e usei nesse tampo de mesa. É uma peça única, mesmo que eu quisesse nunca conseguiria fazer outra igual, porque foi a natureza quem me deu", diz Gedeon.
"O pessoal de outras regiões que vem aqui se encanta com esses móveis, mas quem é daqui não liga tanto. As pessoas na nossa região estão acostumadas a ver essa matéria-prima só como lixo, como algo pra virar carvão".
Gedeon já produzia na cidade móveis de modelos tradicionais – como os encontrados em qualquer loja de móveis pelo Brasil afora – mas percebeu que, na hora do almoço na fábrica, todos os seus funcionários queriam se sentar em um grande banco rústico, feito com uma tora que ia para o lixo.
"Foi aí que eu tive a ideia de aproveitar esses resíduos pra trabalhar", conta.
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