Evergrande: a crise na empresa chinesa e por que Brasil pode ser afetado

Legenda do vídeo, A crise na chinesa Evergrande e por que Brasil pode ser afetado

A incorporadora imobiliária Evergrande, gigante do setor de construção na China, causou pânico em bolsas de valores no mundo inteiro em meio a notícias de que a empresa corria risco de dar calote em parte de sua dívida bilionária, que passa de US$ 300 bilhões.

O mau humor foi sendo dissipado com a avaliação de que a probabilidade de o episódio se tornar o "Lehman Brothers da China", uma referência à quebra do banco americano que catalisou a crise financeira global de 2008, não era tão grande.

Neste vídeo, nossa repórter Camilla Veras Mota explica que entre os argumentos está o fato de que o mercado financeiro chinês é bem mais fechado, o que reduz o potencial de contágio em escala mundial, e a possibilidade de que o governo interfira para evitar os desdobramentos negativos — uma marca do "capitalismo de Estado" praticado pela China.

Mas ela também mostra que efeitos no sistema financeiro mundial não são o único temor dos analistas – há a preocupação com os impactos dessa crise na economia real.

Entenda esse caso no vídeo e saiba porque o Brasil seria um dos mais afetados.