Quase metade da população mundial usa redes sociais – de Facebook, Twitter e Instagram, na Europa e no continente americano, a Weibo, WeChat e KakaoStory, na Ásia.
Na Europa, mais de nove em cada dez pessoas estão em, pelo menos, uma dessas redes sociais. O Brasil, é o maior usuário de redes sociais da América Latina, com mais de 90 milhões de pessoas registradas em pelo menos uma rede, segundo pesquisa da agência eMarketer citada pela Forbes.
Mas seguir amigos e celebridades online e comparar a nossa vida com a deles pode nos fazer sentir infelizes. Pesquisas sugerem que as pessoas que passam mais horas nas redes sociais são mais propensas a apresentarem problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.
Mulheres jovens, especialmente, dizem que as mídias sociais fazem com que se preocupem mais com a aparência. Uma pesquisa da ONG britânica Girlguidingrevelou que um terço das meninas de sete a dez anos de idade dizem que, quando estão usando redes sociais, o que mais importa é a aparência. Quase um quarto das entrevistadas disseram que sentem a necessidade de terem uma aparência perfeita.
Selecione um objeto da lista e descubra por que ele pode ser considerado um "objeto de opressão"
Maquiagem
"Os homens não são julgados por saírem de casa sem maquiagem no rosto."
"É muito tóxico para a saúde mental das pessoas, especialmente as meninas. Eles são confrontadas constantemente com ideais perigosos e pouco realistas." - Roshan
Mas muitas pessoas também atribuem aspectos positivos às interações na internet. Dizem, por exemplo, que as redes sociais são um local onde podem se expressar e procurar apoio emocional.
O movimento #MeToo, que estimulou as mulheres a se abrirem sobre suas experiências de abuso e assédio sexual, começou nas redes sociais, tornando-se um protesto global.