#MeToo: a hashtag que expõe a magnitude mundial do assédio sexual

Alyssa Milano

Crédito, Reuters

Legenda da foto, Atriz Alyssa Milano pediu a vítimas de assédio que se pronunciassem, em demonstração de solidariedade
Tempo de leitura: 2 min

"Me too" ("eu também", em tradução do inglês). Desde a noite do último sábado, essas duas palavras vêm sendo compartilhadas nas redes sociais por mulheres e homens que sofreram algum tipo de agressão sexual.

A iniciativa teve início depois das alegações de estupro contra o poderoso produtor cinematográfico americano Harvey Weinstein.

Weinstein, um dos mais poderosos nomes de Hollywood, foi acusado de estupro e agressão sexual por mais de duas dezenas de mulheres - incluindo as atrizes Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow e Rose McGowan.

O produtor alega que todas as relações sexuais que teve foram consensuais.

Desde que as acusações vieram a público, várias personalidades usaram as redes sociais para falar sobre o assunto, algumas detalhando o assédio que sofreram.

A hashtag #MeToo já foi usada mais de 200 mil vezes nas redes sociais. O termo ganhou força depois de a atriz Alyssa Milano pedir as vítimas de assédio sexual que se pronunciassem, em demonstração de solidariedade.

Celebridades responderam, incluindo Debra Messing, Anna Paquin, Lady Gaga e Monica Lewinsky.

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Milhares de outros usuários nas redes sociais, inclusive no Brasil, compartilharam histórias de quando foram vítimas de assédio.

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No Twitter, uma usuária, que decidiu permanecer anônima, escreveu: "Tinha 19 anos. Ele me encheu de álcool, forçou um beijo de língua e tocou meus seios. Me culpei por estar bêbada. #MeToo."

Homens e transexuais também expressaram apoio à campanha, incluindo o ator e cantor Javier Munoz.

Alguns deles chegaram, inclusive, a falar sobre suas experiências pessoais.

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A usuária Cortney Anne Budney postou no Facebook: "O 'eu também' é para os homens também. Não devemos nos esquecer dos homens e dos meninos. O eu também deles é igualmente importante e muitas vezes frequentemente encoberto".

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Já para o escritor Charles Clymer, que foi vítima de estupro, afirmou que, embora ambos os gêneros sofram abuso, "há um componente misógino específico na cultura do estupro".

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"Faz sentido gastar tempo para destacar a misoginia especificamente e amplificar a voz das mulheres", postou ele.