Coronavírus: por que podemos ter vai e vem da quarentena, segundo cientistas de Harvard
Neste vídeo, a repórter Camilla Veras Mota fala sobre as conclusões de um estudo americano que prevê cenários para o futuro pós-pandemia de covid-19.
Nele, pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, uma das universidades mais prestigiadas do mundo, chegaram à conclusão de que um distanciamento social intermitente, ou seja, que vai e vem, é algo bastante possível.
Sem uma vacina ou um remédio eficiente, ou seja, com o vírus ainda circulando por aí, as autoridades teriam de continuar acompanhando muito de perto o número de infecções.
Se ele estivesse em um nível baixo, seria possível liberar as pessoas, o que permitiria a retomada da economia.
Mas conforme o número de pessoas infectadas fosse aumentando, seria preciso voltar a impor medidas restritivas à população. Esse vai e vem do distanciamento iria até pelo menos 2022, segundo o estudo.
Os cientistas fizeram cálculos considerando critérios como a existência ou não de uma sazonalidade da doença, a duração da imunidade adquirida por quem é infectado e, por fim, uma possível imunidade cruzada com outros coronavírus que causam doenças mais leves.
Confira no vídeo.

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