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Atualizado às: 12 de novembro, 2004 - 18h40 GMT (16h40 Brasília)
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Futuro de palestinos divide internauta
Palestinos em Ramallah
Palestinos agarram caixão de Arafat em Ramallah
O líder palestino Yasser Arafat foi enterrado no quartel-general do presidente da Autoridade Palestina em Ramallah, na Cisjordânia, em meio a cenas de caos e muita emoção por parte dos milhares de palestinos que estavam no local.

Foram marcadas para janeiro as eleições que vão escolher a nova liderança palestina.

Israel, que considerava Arafat um terrorista e não negociava com ele há anos, disse que agora há novas chances para a paz.

Internautas que visitaram o site da BBC Brasil enviaram sua opinião sobre o futuro dos palestinos e a possibilidade de revitalização do processo de paz. Leia abaixo.

Este fórum já foi encerrado.

Acredito que situação vai se deteriorar rapidamente. Pouco se fala sobre a corrupção nos meios governamentais palestinos. É igual ou maior que no Brasil. A luta pelo poder lá envolve um interesse muito grande em dinheiro.
Roberto Rosemberg, Rio de Janeiro (RJ)

Acho que os palestinos devem ter esperança, mas estarem cientes de que a vitória eleitoral de George W. Bush e sua mentalidade terrorista e unilateral pode ser um obstáculo à criação do justíssimo Estado Palestino.
Fernanda Luporini, Brasília (DF)

Não sei o que os palestinos podem esperar do futuro, mas sei o que seria justo que os palestinos esperassem do futuro: devolução do seu território ocupado por Israel há mais de 40 anos, direito a um Estado palestino, e direito de retorno dos palestinos a suas casas, no momento ocupada por judeus. Se no passado a Alemanha matou, roubou, espoliou os judeus, e depois foi obrigada a indenizá-los por todas as suas perdas matariais, por que Israel não deve fazer o mesmo?
Marluce de Souza Cruz, Campina Grande (PB)

No curto prazo, a prioridade palestina é organizar e realizar suas eleições. Para isso, acredito que será necessária ajuda internacional, principalmente da União Européia e da ONU. Com eleições limpas e justas, a Palestina estará dando o primeiro passo (de muitos) para um dia ser um Estado Palestino autônomo e soberano.
Alexandre Castro, Maringá (PR)

Uma grande disputa pelo poder. Esse conflito já transcedeu os interesses teritoriais, é composto por interesses escusos de ambos os lados. O ódio recíproco ainda permanecerá latente, embora queiram demonstrar o contrário. A intrasigência do governo israelense, aliada à alternativa errônea dos terroristas pelos atentados contra pessoas inocentes, dificultará sobremaneira o processo de paz.
Ribamar Nunes, Natal (RN)

Paz é o que se pode esperar. O povo palestino está esgotado por não ver progresso em sua vida. Tenho certeza que não interessa o conflito entre a Palestina e Israel para os EUA porque causa gastos e ódio aos americanos por parte dos povos no mundo. Haverá paz sim, vamos orar.
Franz Josef, Praia Grande (SP)

O que acontece com Israel e Palestina é simplesmente um retrato da ganância humana. Por que não viver juntos em paz, com Jerusalém sendo a capital dos dois países e seus respectivos povos respeitando democraticamente as suas diferenças e suas culturas e religiões distintas? A mera substituição de um líder não vai fazer com que as coisas melhorem ou piorem.
Jetro Xavier, José da Penha (RN)

Temo que sem um líder como Arafat, as negociações para o fim deste conflito bíblico se tornem cada vez mais distantes. O mundo islâmico precisa achar alguém que mereça a sua confiança e continue a caminhada que Arafat começou em direção da paz entre os povos árabes e judeus.
Marcos Gomes Velleda, Porto Alegre (RS)

Com Bush vai ficar difícil a criação de um Estado Palestino. Israel, que tem os Estados Unidos como principal aliado, não pode chamar Arafat de terrorista. Terrorismo foi a invasão do Iraque com um pretexto fajuto. No curto prazo, as coisas continuarão como estão.
André Luiz da Costa, Curitiba (PR)

Acredito que, nos próximos meses, a disputa pelo poder vai ser forte e trará alguns problemas. Mas, quando isso acabar, as chances de paz no Oriente Médio irão nascer de novo, agora com mais força, levando em conta o que o governo de Israel publicou. Temos de torcer é para que a imagem de um líder como Arafat, que nos últimos anos lutou contra o terrorismo (o mesmo que havia criado) por meio da diplomacia, não seja deturpada e moldada para que ele se torne um mártir (ou melhor, símbolo de luta armada), como acontece sempre nesses novos grupos de terror que se instalam no mundo.
Henrique Vasconcelos, Brasília (DF)

Com a morte de Yasser Arafat, a criação de um Estado palestino, muitíssimo justa, vai depender, basicamente, da força de vontade e de muita humildade por parte do povo palestino e de Israel, e a truculência, de ambas as partes, deve ser deixada de lado. O mundo inteiro, a partir de agora, está torcendo por um acordo de paz que venha dar origem a um Estado palestino livre. Afinal, aquela região é uma das em que mais se desrespeita a paz e os direitos humanos. Que o bom senso prevaleça!
Francisco Manoel da Costa Neto, Palmas (TO)

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