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Atualizado em: 24 de junho, 2003 - 19h28 GMT (16h28 Brasília)
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Envie sua mensagem ao repórter BBC no interior do Brasil
Richard Burton e Paulo Cabral

O repórter da BBC Brasil Paulo Cabral já começou a percorrer os 3 mil km dos rios da Velha e São Francisco, seguindo as pegadas do explorador britânico Richard Burton, que fez o mesmo trajeto há quase 150 anos.

Paulo Cabral quer descobrir em sua viagem de Sabará (MG) ao Atlântico até que ponto o progresso previsto em 1865 atingiu as pessoas às margens do rio.

Você poderá acompanhar os relatos dirários da viagem, durante duas semanas, no Diário do Velho Chico e depois ler e ouvir as reportagens nos programas de rádio e no site da BBC Brasil.

Você também pode fazer perguntas sobre o que Paulo Cabral está encontrando pela frente, sugerir pessoas com quem ele pode falar ou lugares para visitar e também dizer o que está achando dos relatos da sua viagem. É só preencher os espaços em branco ao lado direito.

Veja as mensagens enviadas ao nosso repórter Paulo Cabral:

Achei fascinante o que você está fazendo sobretudo pelo fato de ter terminado hoje a biografia de Burton por Edgard Rice. Esse viajante sempre me impressionou e gostaria de saber de você se existe um livro dele publicado em português. Abraço e continue firme!
Carlos Lopes, de São Paulo (SP)

Olá Paulo! Eu sou de Moçambique em Africa e estou acompanhando a sua viagem pelo rio que é muito interessante para mim. Minha esposa Betty e meu filho Naity estão te desejando boa viagem que Deus te acompanhe. Paulo, queria saber se você recebeu minha mensagem. Adeus
Agostinho, Maputo em Moçambique

Essa sua 'missão' é realmente inspiradora e invejável para qualquer jornalista (estudo jornalismo, aqui no Ceará) e por isso tudo espero que você já esteja pensando no livro - com muitas fotos, por favor - relatando a magia de se caminhar por esse pedaço de Brasil. Boa sorte!
Danillo, de Fortaleza (CE)

Paulo, você pretende colocar fotos da sua viagem do sítio da BBC? Fico tentando imaginar como são os lugares que você está visitando e as pessoas, como o Maguila, conhecidas ao longo do caminho.
Estêvão Souza, de São Paulo (SP)

Se possível envie bastantes matérias relativo ao meio ambiente, pois é preciso que muitas pessoas tomem consciência que o planeta está agonizando, e no Brasil principalmente pouco se importam que tudo seja destruído. Veja como é o caso do rio São Francisco, Paraíba do Sul, Tiete... Grato pela atenção.
Américo Fonseca Esteves, de Taubaté (SP)

Paulo Cabral, sou estudante de jornalismo e acho a sua peregrinação pelo interior do país mostra o que é realmente a reportagem, como se deve fazer jornalismo sério, de qualidade. Sou jovem, nem me formei ainda, mas defendo a mesma tese do jornalista Ricardo Kotscho e de tantos outros, de que ‘lugar de repórter é na rua’, ou na estrada, no caso. Parabéns pela iniciativa.
Ramon L. de Gusmão, de Brasília (DF)

Olá! Sinceramente, enquanto lia seu diário no dia 25,imaginei como seria tudo, e em especial a igrejinha... Que fabuloso, no altar, a vida ter se feito plena! Que lindo, esta árvore transbordando vida nos refrescar as lembranças do Sagrado que alimenta nosso espírito. Juro que me vi ali dentro... Obrigada pela partilha da emoção.
Omowalê, de Duque de Caxias (RJ)

Deve ser um trabalho maravilhoso e muito agradável de se fazer, parabéns pela matéria, você é brasileiro, você viaja só, onde você reside? Quando tiver um tempo, leia e medita em Atos 16:31. Um abraço.
José Ferreira Figueiredo, de Diadema (SP)

Olá Paulo, tenho acompanhado sua viagem pelo interior do Brasil, seguindo o Velho Chico, e isso me faz lembrar os tempos em que morei às suas margens, no acampamento da HE de Xingó, na cidade de Piranhas. Não deixe de passar por lá, ver as lembranças da passagem de Lampião por ali, e, se não me engano, ainda está por lá um integrante do volante que perseguiu o bando. Procure entre os mais velhos. E não se esqueça de comer um bom prato de pitú. Boa viagem!
Andreia Juelle, de Maceió (AL)

Paulo, Inicialmente gostaria de parabenizá-lo pela iniciativa de percorrer lugares distantes e sentir na pele as dificuldades enfrentadas pelos moradores locais, penso que o jornalismo feito somente em redações não passa a devida credibilidade aos seus receptores, você foi muito feliz ao iniciar esta jornada. Se puder me responder, apenas gostaria de saber o que (em termos gerais) você está sentindo como jornalista, ao enfrentar as dificuldades diárias do trajeto?
Léo Araújo (fotógrafo), de Foz do Iguaçu (PR)

Prezado repórter Paulo Cabral, Sou brasileiro de Santo André (SP) e estou radicado no México como empresário há 5 anos, tenho acompanhado todos os dias sua belíssima reportagem, quero parabenizar seu trabalho e agradecê-lo por deixar-me emocionado por esse trabalho. Que o Grande Mestre te proteja!!! Saludo desde México lindo y Querido!!!
Domingos Borges de Miranda, de Puebla no México

E aí, Paulo. Tudo bem? Legal esse seu trabalho. Eu viajei pelo Velho Chico este ano. Vindo de Palmas, TO, onde fui prestar concurso, fui primeiro para Ibotirama. No dia seguinte fui para Barra, que foi a cidade mais bonita onde estive. Lá eu conheci pessoalmente o bispo, Don Luis Flavio Cappio, que em 1992 e 1993 desceu o Velho Chico INTEIRO, e A PÉ. Em Barra comprei cerâmica dos artesãos locais, e conheci o casarão antigo de uma senhora que é a memória da cidade. Não lembro seu nome, mas vale a pena conhecê-la. Depois fui a Paratinga, onde tem uma biblioteca e uma orquestra filarmônica interessante, além do casario antigo. De lá fui para Bom Jesus da Lapa e conheci tanto a gruta quanto a montanha. Minha viagem pelo Velho Chico começou com minha chegada a Ibotirama, BA, em 29/1 e terminou com minha saída de São Romão, MG, na manhã de 25/2 Bem. Eu achei interessantíssima sua viagem e seus relatos. Vou ler todos. Boa sorte. Você conheceu e vai conhecer locais onde não estive.
Claudio D`Amato, de Rio de Janeiro (RJ)

Belíssima reportagem; pena que já estão deixando Minas, rumo ao norte. Sou natural de Januária e, embora não conheça o 'rio-acima', orgulha-me saber que Itacarambi tem uma administração municipal como também um povo cioso pela educação e saúde. Januária também melhorou muito na educação, pois em minha época de estudante lá (anos 80), não havia tantos ônibus escolares para os alunos... andávamos a pé pelo areião... Deus os guie.
Ailton Rodrigues Guedes, filho da terra, de Osasco (SP)

Acho fazer jornalismo é isso, ir em busca da informação e com ela criar uma nova impressão na sociedade. A comunicação deverá servir sempre de alavanca para progresso e a cidadania. Isso a BBC faz muito bem.
Oswaldo Macedo, de Taubaté (SP)

Olá, Paulo. Seu trabalho é realmente especial. Sugiro que anote para a gente o que ouvir das pessoas que vivem no Velho Chico. Você sabe onde Riobaldo encontrou Diadorim? Abraço. Parabéns a você e sua equipa.
Gilson Carlos de Assis Junior, de Goiania (GO)

Oi, Paulo! Estou encantado com a produção feita por vocês da BBC Brasil sobre o Velho Chico. E sempre que posso, passo alguns dias na cidade de Pão de Açúcar em Alagoas. Quando estou lendo essas matérias, por alguns momentos me transporto para lá, é fantástico! Por outro lado, me bate uma tristeza imensa, em pensar que durante todos esses anos o Velho Chico serviu aos políticos que sempre o usaram como cabo eleitoral para permanência no poder sem dar nada em troca. Chega de tanta degradação! O Velho Chico pede SOCORRO...
Jodivaldo dos Santos, de Maceió (AL)

Boa pauta. Uma sandália de couro e barba por fazer, vão ajudar nos contatos. E claro, beba água mineral. Você está utilizando qual meio de transporte?
Alberto Fróes, de Ponta Porã (MS)

Paulo, que a recompensa deste maravilhoso relato comparativo, seja a sensibilização da sociedade brasileira a colaborar e cobrar das autoridades federais, estaduais e municipais, ações práticas na tentativa de tirar o Velho Chico da UTI. Tive o prazer de passar a infância em Xique-Xique, e testemunhei a importância do rio São Francisco à população ribeirinha, mas, infelizmente, com passar dos anos, temos acompanhado com tristeza o descaso à morte prematura de um rio tão importante.
Marcus Dourado, de Salvador (BA)

Paulo Cabral, Parabéns pelo belo trabalho e por nos levar de volta às nossas origens. Saudosista, fico lembrando quantas vezes, durante a minha infância em Curaçá (BA), fui atravessar o Velho Chico a nado (sem que minha mãe soubesse, é claro!) e a felicidade que era chegar na Ilha da Coroa. Quantas histórias de "Nego D'Água" ouvi, e da beleza das procissões fluviais no dia de São Francisco e a chegada dos "Marujos" na festa de São Benedito. No entanto eu sei que a visão que se apresenta a você não é tão bucólica, pois se num rápido passeio pelo Velho-Chico é possível ver o desmatamento ciliar gerando erosão e assoreamento, imagine numa jornada tão grandiosa como a que você se propôs.
Luciano Ferreira de Araújo, de Brasília (DF)

Prezado Paulo: li a sua reportagem sobre Petrolina e Juazeiro com grande interesse, pois morei na região durante um ano (1998), e confesso que também me decepcionei com o "forró eletrônico" que encontrei lá, o qual, infelizmente, é muito apreciado pelos jovens daquelas cidades. Curiosamente, aqui na capital (Recife), está havendo a valorização do forró tradicional que você esperava encontrar no sertão, o famoso "forró pé-de-serra". Tomara que esse movimento seja o primeiro de uma onda restauradora da nossa riquíssima cultura popular nordestina.
Leonardo David Rodrigues Pereira, de Olinda (PE)

Paulo: Li sua reportagem sobre o Rio das Velhas/São Francisco, e fiquei alegre e triste ao mesmo tempo. Alegre, porque, foi neste velho Rio, que nasci e me criei até a idade de 20 anos, vindo depois morar em Sampa. As recordações que tenho do Velho Chico, são realmente muito boas, pois foi neste rio, que aprendi a nadar, a pescar e ouvir as histórias das assombrações, dos "negros d’água", das carrancas, que serviam para afugentar estas assombrações. Ah, a "mãe-da-lua", como nos metia medo, na voz dos grandes pescadores, como o "Seu" Pedro Onça, e Maxi!!! Estes, eram os maiores pescadores da região, que pescavam Surubim de 2m, um verdadeiro tubarão. Sei que o Velho Chico está morrendo, e isto eu posso constatar, em Juazeiro, onde me encontro agora de férias para matar a saudade e me energisar nas águas do Velho Chico. Triste, porque estou vendo, a cada viagem que faço à região, o Velho Chico agonizando, pedindo clemência na sua morte lenta e gradual e tudo isto às vistas, das nossas autoridades, que nada fazem para evitar esta tragédia com o maior rio da Unidade Nacional. Que pena ver o Velho Chico, se transformar num verdadeiro esgoto a céu aberto!!!
Erlânio de Sousa Andrade, de S.C. do Sul (SP)

Oi, Paulo. Sou jornalista, correspondente da Exame no Nordeste e, nas férias, estou querendo viajar pelo São Francisco da nascente até a foz. Vou sorver suas matérias como se fossem as antigas águas limpas do Velho Chico. E gostaria de abusar um pouquinho: será que você pode me dar dicas práticas, tipo 'qual a melhor maneira de chegar a Pirapora' ou 'não se hospede no hotel X, da cidade Y. Tem escorpião na cama'... Grande abraço e boa viagem!
Suzana Verissimo, de Olinda (PE)

Caro amigo: Qual sua impressão acerca do projeto de transposição das águas do Velho Chico para irrigar parte do sertão nordestino? Caso realizado, esse projeto transformaria o nordeste numa nova Califórnia brasileira? Sucesso na sua missão!
Homero Zanotta, de Brasília (DF)

Importantíssima essa viagem pois permite comparar cenários diferentes de uma mesma região e comprovar o impacto da crescente presença humana bem como a necessidade de reorientarmos valores para que o progresso seja realmente um desenvolvimento sustentado.
Francisco Nilton, de Recife (PE)

Grandes reportagens! É muito bom poder viajar com Paulo Cabral pelo Velho Chico. A BBC Brasil ocupa espaço da grande imprensa que não se ocupa mais com os "interiores" do País. Parabéns e continuem assim!
Fernando Braga, de Ribeirão Preto (SP)

Oi Paulo Burton! Estou aqui acompanhando seu trabalho e com vontade de estar aí, seu sortudo! Beijos!
Jackie Farid de Rio de Janeiro (RJ)

Prezado Paulo Cabral: Seu relato está muito interessante! Acompanho sempre que possível. Só uma observação: em Pirapora, a ponte ferroviária não é o "único meio" de passar de uma margem a outra. Pouco quilômetros acima existe a ponte de concreto da BR 365.
Denir Mendes Miranda, de Brasília (DF)

Reportagem maravilhosa. Sempre fui um apaixonado por rios, embora não tenha tido oportunidade de conhecer um mais de perto, exceto o Velho Chico em Bom Jesus da Lapa-BA, assim mesmo por muito pouco tempo. Por isso, gostaria que V.Exa. me indicasse um documentário em vídeo, que explore essa maravilha do mundo em toda sua amplitude. Mais uma vez, te parabenizo pela matéria e te desejo boa sorte em sua jornada. Grande abraço.
Luiz Alberto Bertozzi, de Poços de Caldas (MG)

Sou de Serrinha-Bahia, 400 km de Juazeiro e Petrolina. As cidades privilegiadas, separadas pelo Velho Chico. Goste muito do seu trabalho e até fiquei emocionado, em relembrar a história do nosso rio São Francisco. Desde estudante o São Francisco despertava meu interesse e curiosidade. Talvez por ser um rio que passa pelo meu estado. Fui a Juazeiro e Petrolina várias vezes, somente, para visitar o Velho Chico e navegar pelas suas águas. Seu trabalho deve ser conhecido e divulgado para que os mais velhos e os jovens, principalmente os nordestinos, se lembrem da sua importância para a região.
Antônio José Araújo, Serrinha (BA)

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