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Clube erótico nos EUA oferece nu total em 'aulas de arte' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma casa de strip tease nos Estados Unidos conseguiu driblar as leis que proíbem a nudez total em público oferecendo "aulas de artes" para os seus freqüentadores, segundo a agência de notícias Reuters. A idéia é simples: os freqüentadores pagam US$ 15 (quase R$ 45), ganham um bloco de desenho e lápis e passam os próximos minutos – ou horas – a capturar a beleza das dançarinas nuas em pêlo. "Temos várias pessoas fazendo desenhos realmente bons", disse à Reuters o dono do Erotic City Strip Club, Chris Teague. A direção da casa, na cidade de Boise, Estado de Idaho, teve a idéia depois de receber um pedido de um cliente que queria entrar de graça para pintar retratos das dançarinas. Atento, Teague percebeu que, de acordo com a lei de 2001, a nudez total em público está proibida – a não ser que ela tenha "mérito artístico sério", e decretou o fim dos tapa-sexos durante as "aulas de artes". Os legisladores tinham a intenção de proteger a nudez em aulas de pintura e peças teatrais. Descoberta a brecha, o Erotic City Strip Club hoje ganhou até nova decoração: "obras" dos seus clientes adornam as paredes da casa. |
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