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Glastonbury estuda trocar ingresso por crachá com foto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O organizador do festival de Glastonbury, Michael Eavis, disse que pode passar a utilizar crachás com fotos e identificação em vez de ingressos no próximo ano para barrar os penetras. A alta procura por ingressos para o principal festival de música do verão britânico tem alimentado um mercado negro de bilhetes falsos. "Em vez de um ingresso, ele será como um cartão de entrada, uma tentativa de limitar as falsificações e a ação de cambistas", disse Emily Eavis, filha do responsável pelo festival. Eles estão preocupados, porém, que a medida possa ser vista como uma medida radical. Resolveram então pedir a opinião dos freqüentadores por meio do website da Rádio 1 da BBC. "Se for feito do jeito certo, poderia funcionar, poderia realmente mudar o sistema", disse Emily. Chip Os cartões incluiriam uma foto e um chip com as informações pessoais, que seriam lidas por máquinas nos portões do festival. Emily Eavis disse que seria "uma grande passo em termos de entradas para eventos" e que a organização está disposta a fazer todo o possível para eliminar os cambistas e as falsificações. Na edição de 2004 de Glastonbury, todos os 112 mil ingressos foram vendidos em apenas 24 horas. Eles foram personalizados com os nomes dos compradores e as pessoas tiveram de levar provas de identidade ao festival, como carteira de motorista, passaporte ou uma conta de telefone. Mas alguns cambistas contornaram a fiscalização, oferecendo os seus próprios documentos de identidade aos compradores. |
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