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"Paixão" não terá campanha milionária pelo Oscar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mel Gibson afirmou que não vai usar propagandas para promover o seu último filme, Paixão de Cristo, na corrida para o Oscar do ano que vem. Gibson e o seu sócio na produtora Icon, Bruce Davey, disseram que o filme não terá material promocional nem na imprensa escrita, nem na televisão ou no rádio. "Paixão de Cristo será julgado pelas qualificações artísticas do filme e não pela quantidade de dinheiro gasta em propaganda", declarou Davey. DVDs do filme, no entanto, serão enviados para os integrantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood , que votam nos indicados ao Oscar. Os integrantes também serão convidados para sessões especiais. A Icon gastou muito pouco na divulgação de Paixão de Cristo. Mesmo assim, a obra, que relata as últimas horas do sofrimento de Cristo, faturou mais de US$ 600 milhões nas bilheterias de todo o mundo. Investimentos Nos últimos anos, tornou-se muito comum os grandes estúdios investirem pesado na campanha de filmes para o Oscar. No ano passado, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood criou um comitê para fiscalizar a "guerra suja" nos bastidores deste processo. O presidente da academia, Frank Pierson, elogiou a decisão de Mel Gibson. |
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