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Jóias de Maria Callas são vendidas por US$ 1,8 milhão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Jóias que pertenceram à cantora de ópera Maria Callas foram vendidas em um leilão em Genebra, na Suíça, por US$ 1,8 milhão. O lote de 11 artigos pertencentes à cantora ultrapassou o preço estimado pela casa leiloeira Sotherby's que era de US$ 1 milhão. A mais cara era um anel de diamantes de 11,7 quilates, chamado de La Divina e que foi leiloado por US$ 397 mil, valor cinco vezes superior ao esperado. Entre as peças mais cobiçadas estava uma bolsa feita com 18 quilates de ouro, encrustrada. A coleção inclui itens presenteados à cantora por seu primeiro marido, Giovanni Meneghini, há mais de 50 anos. Callas ascendeu à fama com seu aclamado papel principal na produção de Franco Zeffirelli para os palcos da célebre ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Vida sentimental Anos depois, a cantora abandonou Meneghini para ficar com o magnata grego da indústria naval Aristóteles Onassis, com quem teve um tempestuoso relacionamento. Onassis acabou abandonando a cantora para se casar com Jaqueline Kennedy, em 1968. De acordo com o correspondente da BBC em Genebra, apesar de se saber que as jóias pertenceram à diva da ópera, não se sabe a identidade de quem as colocou à venda. Quando Callas morreu, em 1977, seus bens avaliados em milhões de dólares foram motivos de disputas entre amigos e familiares. Muitas pessoas do círculo íntimo da cantora estão indignadas com o fato de as peças serem vendidas. O diretor Franco Zeffirelli disse que a venda é uma vergonhosa exploração do legado de Maria Callas. Mas na opinião do diretor da Sotheby's de Genebra, Brett O'Connor, o leilão permitiu aos fãs da cantora guardarem um pouco de sua memória. |
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