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Juiz do caso Michael Jackson rejeita retirada de acusações | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz do caso de Michael Jackson rejeitou uma tentativa do cantor de ver retiradas pelo tribunal as acusações contra ele. O juiz Rodney Melville decidiu que há provas suficientes para justificar as acusações. Melville também rejeitou um pedido dos advogados de defesa para excluir evidências obtidas no rancho de Jackson, Neverland, e no escritório de um investigador. Jackson, de 46 anos, disse que não é culpado das dez acusações relacionadas a abuso sexual de menores. Ele deverá ser julgado em janeiro. Ausência O cantor não compareceu à mais recente de uma série de audiências pré-julgamento em Santa Maria, no Estado americano da Califórnia, na quinta-feira. "Só o testemunho (da suposta vítima), se o júri acreditar nele, vai dar todas as evidências necessárias para sustentar o indiciamento", disse o magistrado. Jackson alegou que os procedimentos secretos do júri tinham falhas, que o promotor Thomas Sneddon "intimidou" testemunhas e que há não há razões suficientes para se suspeitar de crime. O juiz adiou para a próxima audiência, no dia 4 de novembro, um pedido da defesa de ter o promotor-chefe de Santa Barbara, Tom Sneddon, retirado do caso. Os advogados de Jackson alegam que Sneddon tem uma "vendeta" contra o artista que data de um inquérito para apurar abusos em 1993, que não resultou em acusações formais. |
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