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Comissão nega libertar assassino de Lennon | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma comissão decidiu nesta terça-feira negar liberdade condicional ao assassino do Beatle John Lennon, Mark Chapman, condenado a pelo menos 20 anos de prisão. Trata-se da segunda vez que Chapman, que está preso desde 1980, solicita a liberdade condicional sem sucesso. A primeira vez foi em 2000 e a segunda, em 2002. Ao comunicar sua decisão ao criminoso, a comissão encarregada de revisar seu caso disse que “sua forma de conduta durante um longo período de tempo mostra uma clara falta de respeito pela vida”. A comissão continuou, dizendo que Chapman “sujeitou a esposa da vítima (Yoko Ono) a um monumental sofrimento, quando ela testemunhou o crime”. Ameaça Yoko Ono havia escrito uma carta à comissão, pedindo que ela não autorizasse a libertação de Chapman. Na carta, a viúva disse que a libertação iria “trazer de volta o pesadelo, o caos e a confusão uma vez mais”, e ressaltou que ainda considerava Chapman uma ameaça a ela e seus filhos com Lennon – Sean e Julian. A irmã de Lennon, Julia Baird, também se pronunciou publicamente contra a libertação de Chapman, embora tenha dito que não foi consultada pela comissão. Julia disse ter certeza de que “alguém vai tentar matar” Chapman se ele autorizado a deixar a prisão. Mark Chapman tem cumprido toda sua sentença em uma área separada de uma prisão de segurança máxima na cidade de Attica, no estado americano de Nova York. Ele assassinou Lennon, guitarrista, vocalista e compositor dos Beatles, na cidade de Nova York em 1980. |
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