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Picasso é vendido pelo recorde de US$ 104 mi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um quadro do pintor espanhol Pablo Picasso se tornou na noite de quarta-feira o mais caro já vendido em toda a história. A obra de 1904, intitulada Garçon à la Pipe (ou Rapaz com Cachimbo) foi negociada na casa de leilões Sothebys, de Nova York, por US$ 104 milhões (mais de R$ 300 milhões). Os especialistas da Sotheby’s já previam que o valor pago pelo quadro fosse superar o recorde anterior de US$ 82,5 milhões, pago em 1990 pelo quadro Retrato do Doutor Gachet, de Vincent Van Gogh. Além do quadro de Picasso, na mesma rodada de leilão também foi vendido Courses au Bois de Boulogne, um quadro de Edouard Manet, por negociado por US$ 26,3 milhões. Comprador secreto Picasso pintou Garçon à la Pipe quando tinha 24 anos. O quadro, da fase rosa do artista, mostra um jovem parisiense segurando um cachimbo com a mão esquerda e usando uma coroa de flores. O comprador do quadro não quis revelar sua identidade. Todas as mais de 30 obras vendidas na Sotheby’s nesta quarta-feira pertenciam a uma coleção particular da família Whitney, de Nova York. John Whitney, um ex-embaixador americano, havia comprado Garçon à la Pipe em 1950 pelo equivalente ao valor atual de US$ 30 mil. Depois, a obra foi vendida pela Fundação Greentree, uma organização filantrópica criada pela esposa de Whitney, depois da morte dele em 1982. Com a venda, Picasso agora é o autor de quatro dos dez mais caros quadros que existem, enquanto Van Gogh pintou três deles. |
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