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Justiça rejeita apelo de músicos contra Ozzy | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Suprema Corte americana rejeitou nesta segunda-feira um apelo de dois músicos que queriam receber mais direitos autorais por seu trabalho com Ozzy Osbourne. O baixista Robert Daisley e o baterista Lee Kerslake já tinham perdido um processo que moveram por acreditar que mereciam mais dinheiro e crédito por suas participações nos dois primeiros álbuns de Ozzy. Eles acompanharam o cantor nos discos Blizzard of Ozz e Diary of a Madman. Um juiz na Califórnia, no entanto, rejeitou o apelo. O advogado da dupla argumentou que eles não receberam os créditos por terem escrito canções que foram bastante usadas em comerciais de televisão e durante os jogos do campeonato nacional de futebol americano. A mulher e empresária de Ozzy, Sharon Osbourne, declarou que a dupla tinha "assediado" a sua família e teve suas contribuições removidas das capas dos discos por causa do seu "comportamento abusivo e injusto". A disputa começou em 1997, quando Daisley, um ex-integrante do Black Sabbath, deu entrada no processo contra danos e o pagamento de direitos autorais. |
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