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Roteiristas de 'Friends' são processados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal de apelação nos Estados Unidos aceitou a alegação de assédio sexual de uma assistente de roteiristas do seriado americano de televisão Friends. Amaani Lyle disse que, quando ela trabalhava na equipe, em 1999, três roteiristas faziam constantemente piadas sobre mulheres e sexo, ridicularizando com freqüência pessoas negras. O caso foi rejeitado pelo Tribunal Superior do condado de Los Angeles em 2002, mas acabou reconsiderado em parte depois de apresentada apelação. Quando o caso foi apresentado originalmente, os réus alegaram que os comentários, gestos e piadas eram uma parte regular do processo de criação de um programa sobre jovens sexualmente ativos. O tribunal de apelação não reconsiderou toda a queixa contra os roteiristas e a companhia Warner Bros. Television Productions e rejeitou a alegação de que Lyle foi demitida por ser negra e mulher. Outro ponto rejeitado foi a alegação de Lyle de que ela poderia sofrer retaliação porque reclamou da falta de personagens negros na série. |
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