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Mulheres processam Julia Roberts por discriminação sexual
A atriz Julia Roberts está sendo processada por quatro instrumentistas que afirmam ter sido discriminadas por ela, recebendo um salário menor do que seus colegas homens pelo trabalho no último filme da atriz. As quatro entraram com um processo afirmando que receberam metade do que o prometido por tocar no set de O Sorriso de Mona Lisa, segundo o jornal New York Post. Roberts e sua produtora teriam entrado com um outro processo alegando que as instrumentistas estão tentando ''constranger'' a atriz. Um porta-voz da Suprema Corte de Manhattan confirmou os processos. 'Lei' As quatro mulheres, instrumentistas de jazz Jeanne Daly, Jill McCarron, Ada Rovatti e Lauren Sevian, entraram com reclamações de acordo com a Comissão de Igualdade de Empregos e Oportunidade e o Sindicato dos Atores Americanos. Daly disse ao New York Post que recebeu uma oferta inicial de cerca de R$ 2,2 mil por um turno de trabalho de oito horas. Mas o valor foi mudado depois para cerca de R$ 1,1 mil por um turno de 12 horas. Elas afirmam que os homens que também foram contratados para tocar no filme estavam recebendo aproximadamente R$ 1,8 mil por dia. A produtora de Roberts, Red Om Films, entrou com um outro processo afirmando que as quatro mulheres estão tentando "perturbar, constranger e irritar para conseguir um bom acordo de pagamento''. No filme O Sorriso de Mona Lisa, Roberts interpreta uma professora de arte em um colégio feminino que acaba convencendo suas alunas a procurarem algo mais na vida do que apenas um marido perfeito. Daly teria afirmado que Julia Roberts interpreta ''uma professora que consegue que mulheres lutem pelo que acreditam e fujam dos estereótipos. E nós estamos sendo discriminadas. É patético''. |
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