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Novo documento não altera processo contra Michael Jackson, diz polícia
Procuradores e policiais da Califórnia afirmaram que um documento vazado na terça-feira, que inocentaria o cantor Michael Jackson de acusações anteriores de abusos contra crianças, não vai afetar o atual processo contra ele. As autoridades em Los Angeles confirmaram ter investigado alegações anteriores, feitas por um menino de 13 anos, que foram consideradas infundadas em fevereiro. A polícia diz não esperar que isso seja significativo para o atual processo contra Jackson. O cantor deve ser acusado formalmente de abuso contra crianças, depois de ter sido liberado com pagamento de fiança de US$ 3 milhões (mais de R$ 8,7 milhões). Michael Jackson nega as acusação de maneira veemente e chama as alegações de uma "grande mentira". Tentativa frustrada Em uma nota, o Departamento de Polícia de Los Angeles disse que seu envolvimento nas investigações anteriores se limitou a uma tentativa de entrevistar a suposta vítima e sua família, junto com um agente do Departamento de Crianças e Serviços de Família. Segundo a nota, o departamento de polícia acompanhou um representante do departamento de crianças até o endereço onde supostamente morava o menino e sua família. "A criança e a família não foram localizadas no endereço", diz a nota. "O Departamento de Crianças e Serviços de Família não mais solicitou ajuda do Departamento de Polícia de Los Angeles. O Departamento de Polícia de Los Angeles não teve envolvimento adicional com o assunto", acrescenta. O procurador do condado de Santa Barbara, Tom Sneddon, disse que sabia da investigação do Departamento de Polícia de Los Angeles antes de prosseguir com seu próprio processo contra Jackson. Segundo Sneddon, o xerife de Santa Barbara, Jim Anderson, também sabia do caso. "Como já sabíamos, não consideramos um fato significativo", disseram os dois em uma nota. Michael Jackson foi preso, citado judicialmente e liberado depois de ter se apresentado à polícia no dia 20 de novembro. O cantor deve comparecer ao tribunal no dia 9 de janeiro para ouvir as acusações formais, das quais ainda não foram divulgados detalhes. |
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