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Russell Crowe engordou para estrelar novo filme
O ator neozenaldês Russell Crowe teve que fazer um regime para engordar quando concordou em fazer o papel do capitão Jack Aubrey no filme Master and Commander: The Far Side of The World, seu mais recente trabalho, que estréia no Brasil no dia 30 de janeiro. O personagem original do livro de Patrick O'Brien é um homem de mais de cem quilos e Russel Crowe teve que entrar numa dieta adequada para atingir o peso. O diretor Peter Weir, entretanto, decidiu não se ater tanto ao texto original. "Estávamos seguindo este caminho, mas o diretor mudou de idéia umas seis semanas antes do início das filmagens", contou Crowe em entrevista à BBC. "Peter Weir me ligou e disse, 'sabe, não queria que houvesse a necessidade de um marinheiro empurrando o capitão escada acima. Talvez devêssemos repensar a idéia'", afirmou ele. "Foi um pouco difícil, porque eu já estava quase chegando lá, mas tudo bem", brinca o ator. Ele conta que mudou a dieta, fez ginástica e entrou em forma. "Acho que foi a decisão dele foi certa já que o capitão tem que ser um soldado ativo e dinâmico", afirmou Crowe. "Se tivéssemos seguido a descrição do livro, teríamos acabado com O Gordo e O Magro." Louro Russell Crowe despontou com mais força nas telas do mundo todo como Maximus, no filme Gladiador, passado na época romana, e agora volta às como um capitão da marinha louro, de rabo de cavalo, nas guerras napoleônicas em Master and Comander. O longa é baseada no livro de ficção de época de Patrick O'Brien e tem a direção de Peter Weir, diretor de O Show de Truman e A Sociedade dos Poetas Mortos. Nessa entrevista, o ator neozelandês conta que não teve problemas para interpretar o comandante Jack Aubrey, um oficial inglês. "Sou muito consciente de que venho de um país de língua inglesa e de um mundo de língua inglesa, e também das conquistas dos meus antepassados. Por isso, tenho muito respeito pela Grã-Bretanha exceto quando o assunto é esportes", brinca Crowe. A superprodução Master and Commander: The Far Side of the World custou a bagatela de US$ 120 milhões (cerca de R$ 351 milhões) e as cenas da batalha em que um navio é afundado foram filmadas no mesmo célebre tanque em que o Titanic, de James Cameron, foi a pique. "Fascinante" Crowe disse que achou o personagem Jack Aubrey fascinante. Ele conta que foi a descrição do diretor Peter Weir desse homem que passou a maior parte da sua vida em um navio e que cresceu na Marinha com as suas mãos calejadas, escalando cordas e subindo e descendo velas, que de repente pega um instrumento delicado e feminino como o violino e tirando dele os sons mais lindos é que o convenceu a atravessar os eventuais problemas no script e na pré-produção. Mas Crowe confessa que não foi só o belo personagem que o convenceu a participar do filme. Ele diz que não poderia perder a oportunidade de trabalhar com o diretor de Piquenique na Montanha Misteriosa. "Foi importante a idéia de trabalhar com Peter. Eu cresci vendo vários filmes dele e tive várias experiências em que Peter me empolgou, me emocionou e me levou às lágrimas", afirmou. Para Russell Crowe, uma das coisas que se deve fazer é retribuir aqueles que nos inspiram. |
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