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Tate Britain não é mais aquela
Muita gente se pergunta o que aconteceu com a velha Tate Gallery, depois que a Tate Modern roubou a cena. Embora tenha perdido terreno para a galeria-irmã, a Tate Britain continua sendo cenário de um dos eventos mais quentes do calendário de artes plásticas em Londres, o Turner Prize – uma badalada premiação de arte contemporânea. O inusitado das obras selecionadas costuma gerar grande polêmica. Exemplos passados incluem uma escultura que consistia numa pilha de tijolos; as pinturas de Chris Ofili, com estrume de elefante; e a cama usada pela artista Tracey Emin durante um período de depressão que se seguiu a um aborto e transposta para a galeria com os lençóis sujos e todo o lixo que a cercava.
Turner ainda é atração Rebatizada de Tate Britain, a galeria reverteu à função para a qual foi criada, em 1897, pelo magnata do açúcar, Henry Tate: passou a ser repositório especificamente da coleção de arte britânica, desde o século 16 aos dias de hoje. Entenda-se por isso tanto as obras produzidas por artistas britânicos como por estrangeiros em atividade no país. Antes de a coleção ser dividida, a antiga galeria atraía mais de 2,5 milhões de visitantes, mas o movimento sofreu uma queda e a Tate Britain se esforça para manter a evidência.
Apesar das mudanças, a coleção de pinturas de Joseph Mallord William Turner, ou JMW Turner, continua sendo uma das principais atrações da casa, assim como o salão dedicado à arte contemporânea (Art Now). |
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