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Outras coleções: Arte suculenta
Nem só de Tate Modern, Museu Britânico e National Gallery – reconhecidos filés mignons culturais – se alimenta o panorama das artes plásticas em Londres. Há inúmeras outras instituições com coleções menores mas também substanciosas ou com apetitosos programas de exposições temporárias. É o caso da Dulwich Picture Gallery. Este espaço, fundado em 1811, é uma pérola: abriga uma rara coleção de grandes mestres da pintura, entre eles Rubens, Rembrandt e Canaletto. Inúmeras atrações Situada em um subúrbio londrino de classe média-alta, a galeria fica fora do circuito turístico habitual.
A casa, em si, em estilo neo-clássico projetada pelo arquiteto Sir John Soane, com um belo jardim formal é uma atração. A Somerset House – onde fica o Courtauld Institute com suas obras de mestres impressionistas e pós-impressionistas – é outro achado da cidade. É raro ver pinturas de Cézanne, Van Gogh, Degas, Gaguin, Manet, Seurat, Renoir, Modigliani em ambiente tão íntimo. O centro cultural inclui ainda um grupo de galerias que pertencem ao Museu Hermitage, São Petersburgo, e a Gilbert Collection, com uma valiosa coleção de artes decorativas. São cerca de 800 objetos que podem ser divididos em três categorias: peças de ouro e prata dos séculos 15 ao 19; mosaicos florentinos (dos séculos 17 e 18) e romanos (do século 18 em diante); e 200 caixas de rapé, muitas delas feitas para reis e imperadores. Jóia rara
O grupo de prédios históricos do século 18 fecha-se em torno de um pátio interno onde acontecem concertos de música e onde, no verão, a fonte se transforma em praia. Pouquíssimo conhecida dos forasteiros – e, provavelmente, da maioria dos britânicos – é a Wallace Collection. Trata-se de uma valiosa coleção de pinturas dos Grandes Mestres, esculturas, porcelana e mobiliário que pertenceram à abastada família Hertford. Além de Poussin, Rembrandt, Rubens, Ticiano e Canaleto, encontram-se ali um importante grupo de obras barrocas e uma apimentada série de pinturas eróticas de François Boucher, pintor da corte de Luiz XV. A poucos metros da movimentadíssima Oxford Street, é um verdadeiro refúgio. |
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