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National Gallery: O tesouro
Primeiro, foi a praça de Trafalgar que, após longos meses de obras, fechou boa parte do acesso ao tráfego e deu lugar aos pedestres no verão londrino de 2003. Transformou-se imediatamente num monumental espaço público – ponto de encontro e lazer, e arena de shows musicais. Agora, é a vez da National Gallery. A galeria neo-clássica que domina a praça com suas imponentes colunas está criando uma nova entrada, em harmonia com novo espaço recém-criado. Morada dos Grandes Mestres A National Gallery é um dos grandes tesouros de Londres.
Desde o século 19, encontra-se ali uma das coleções mais completas de pinturas da Europa Ocidental, do século 13 ao século 19. Todos os Grandes Mestres estão lá, entre os mais de 2 mil quadros do acervo. Os mais antigos ficam expostos na Sainsbury Wing: Leonardo da Vinci, Piero de la Francesca, van Eyk, Botticelli e Rafael, entre outros. Na ala leste, a West Wing, os fãs do cineasta inglês Derek Jarman podem conferir de perto os quadros do pintor italiano Caravaggio que inspiraram filmes como Sebastiane e Caravaggio. Em outras alas, depara-se com trabalhos de Michelangelo, Ticiano, El Greco, Rubens, Rembrandt e Van Gogh, entre os muitos gênios da pintura representados aqui. Versão eletrônica
Até pouco antes de a Tate Modern ser inaugurada, a National Gallery também tinha em sua coleção permanente obras importantes do século 20. Mas as duas instituições acharam por bem definir melhor para o público o alcance de suas coleções. Depois de trocarem figurinhas, a NG passou a cobrir até o século 19 e a Tate pega daí para a frente. Assim, o visitante sabe exatamente o que encontrar e onde. Para garantir o continuado interesse na coleção e para se adequar aos novos tempos, a NG lançou mão de ferramentas tecnológicas. Criou a Micro Gallery: uma sala na Sainsbury Wing onde ficam vários terminais de computador à disposição do público, com um CD-Rom contendo imagens das obras em exposição. O uso dos computadores é grátis. |
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