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Museu Britânico: Bem disposto
O Museu Britânico chega aos 250 anos de existência, neste ano, sem dar sinal de cansaço. Pelo contrário. Considerado o museu público mais antigo do mundo, ele atrai mais de 6 milhões de pessoas por ano e continua sendo um dos programas culturais de maior peso em Londres. Só que agora, digamos, turbinado. Para comemorar o aniversário, passou (e ainda vem passando) por uma transformação considerável. "Piazza high-tech"
A de maior impacto é a Great Court, um gigantesco espaço interno ultra high-tech, inaugurado pela rainha Elizabeth II em dezembro de 2000. Um projeto de 100 milhões de libras, assinado pelo badalado arquiteto Norman Foster. É uma espécie de casamento do velho com o novo: um moderníssimo teto de vidro e aço cobre o espaço central neo-clássico do museu, que reivindica para si o título de "a maior praça coberta da Europa". No coração desta piazza, fica a antiga biblioteca do museu, o Reading Room, Salão de Leitura frequentado no passado por escritores famosos como Karl Marx, Lenin e Virginia Woolf , mas que era usado exclusivamente por uns poucos privilegiados, acadêmicos e pesquisadores.
Com o Great Court, o público passou a ter acesso ao fantástico salão do século 19, restaurado nos mínimos detalhes e transformado em biblioteca de referência equipada com alta tecnologia. O novo pátio inclui também novas galerias, um restaurante, um centro educacional e pontes de ligação para o prédio principal. A reforma cumpriu o objetivo da diretoria: dar ainda mais projeção a sua coleção de 6,5 milhões de peças, da pré-história aos dias atuais. |
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