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Moradores de Paris passam a noite em claro, festejando
Um milhão de moradores da capital francesa passou a noite de sábado em branco – mas ninguém reclamou, porque eles foram às ruas participar de um festival que durou a noite inteira. Pelo segundo ano consecutivo, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, abriu as portas dos museus, galerias e outros locais para o evento chamado de Nuit Blanche – ou, Noite Branca. Quem se aventurou pôde escolher entre a magia do Louvre ou a brincadeira de uma piscina pública, tudo acompanhado por luzes coloridas e música. A primeira Noite Branca, realizada no ano passado, foi ofuscada por um ataque ao prefeito – um homem supostamente com problemas mentais atacou Delanoe com uma faca –, mas, mesmo assim, o evento foi um sucesso. Além de ser repetido neste ano em Paris, também foi copiado por Bruxelas e Roma. Em Roma, no entanto, a noite terminou em caos depois que um apagão paralisou a cidade. Delanoe, que teve de passar seis semanas se recuperando dos ferimentos no ano passado, disse estar determinado a fazer a vida na cidade mais prazerosa para moradores e turistas. Ele é também o idealizador da praia de Paris, às margens do Sena. Apelo Longas filas se formaram do lado de fora dos mais de cem locais que permaneceram abertos para a Nuit Blanche.
A fachada de prédios e monumentos foram iluminados. As autoridades tentaram atender a todos os gostos, oferecendo desde festas com música tecno em museus a concertos de jazz e música clássica. Para os menos energéticos, havia livros à disposição e também leituras de poemas. E se tudo isso despertasse um pouco de apetite, café da manhã de graça foi servido do lado de fora da prefeitura no domingo de manhã. Policiais extras foram colocados nas ruas, assim como mais ônibus e até anúncios eletrônicos nos locais de atração informando quanto tempo as pessoas ainda teriam de esperar na fila. "Nós esperamos que o evento se repetirá um ano após o outro", disse Christophe Girar, o chefe para assuntos culturais da prefeitura de Paris. |
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