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Atualizado às: 09 de março, 2007 - 09h53 GMT (06h53 Brasília)
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UE concorda em reduzir emissões de CO2 em 20%
Geração de energia eólica
Presidente da Comissão Européia quer acordo para fontes renováveis
Os líderes da União Européia (UE) firmaram um compromisso em uma reunião em Bruxelas para cortar 20% das emissões de gases poluentes até 2020, em comparação com os níveis de emissão registrados na década de 1990.

Mas eles ainda não chegaram a um consenso para metas para o uso de fontes de energia renovável, como eólica e solar.

A chanceler alemã, Angela Merkel, que ocupa a presidência rotativa da UE, disse que ainda tem esperança de um acordo nesta sexta-feira, último dia da cúpula.

A Comissão Européia, órgão executivo da UE, quer que os países se comprometam, entre outras coisas, a estimular o uso de fontes renováveis chegando a uma meta de 20%.

"Obrigações"

Depois das conversações de quinta-feira, Merkel disse que houve progressos.

"O que foi concordado é um grande passo adiante sob qualquer ponto de vista."

Merkel afirmou que espera que as divergências sobre metas fixas para energia renovável possam ser resolvidas nesta sexta-feira.

"Nós conversamos sobre obrigações específicas - aumento da eficiência de energia, biocombustíveis, energia renovável. Há necessidade de mais discussões nestas áreas", afirmou.

A proposta de aumentar a parcela de fontes renováveis - inclusive de energia gerada por vento, solar e hidráulica - para 20% até 2020 enfrentou oposição considerável.

O presidente da França, Jacques Chirac, exigiu que energia nuclear seja parte do plano.

Merkel disse que a energia nuclear não é renovável, mas admitiu que ela pode ser considerada parte de um plano geral de redução de carbono.

Países mais pobres do Leste Europeu, que são mais dependentes de indústria pesada e carvão de alto teor, disseram que vão lutar para fazer o investimento em geradores de energia eólica e solar necessário para cumprir as metas.

"Momento decisivo"

Antes da cúpula, o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, disse que a credibilidade do bloco depende de transformar palavras em ações concretas para impedir mudanças climáticas.

Barroso disse que a cúpula pode ser "um momento decisivo para a UE", em que ela mostra que pode assumir uma posição de liderança no controle do aquecimento global.

"Apenas se tomarmos a iniciativa poderemos depois envolver o resto do mundo", acrescentou.

Acredita-se que a UE pode aceitar ampliar sua meta de 20% para a redução de emissões para 30% se outros grandes poluidores como Estados Unidos, China e Índia também aderirem à proposta.

Barroso também quer o aumento da competição no mercado de energia da Europa desmembrando gigantes da indústria de energia como os existentes na França e na Alemanha, e separando produtores e distribuidores.

"Eu acredito que só com esta separação nós podemos criar mais opções para consumidores e condições mais atraentes para investimentos", disse Barroso.

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