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Atualizado às: 24 de janeiro, 2006 - 15h33 GMT (13h33 Brasília)
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Cientistas querem chimpanzés entre hominídeos
Ancestral de homens e chimpanzés teria vivido há só 1 milhão de anos
Os chimpanzés estão mais próximos dos humanos do que dos outros grandes primatas, como orangotangos e gorilas, afirma um estudo publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

A pesquisa, realizada por uma equipe da Universidade Emory e do Instituto de Tecnologia da Georgia (Georgia Tech), ambas nos Estados Unidos, indica que o ancestral comum entre chimpanzés e humanos está muito mais próximo do que se pensava e defende a reclassificação do chimpanzé para o gênero Homo – humanos são Homo sapiens.

Os dois animais teriam seguido linhas evolutivas diferentes há apenas 1 milhão de anos, enquanto se acreditava que isso tivesse ocorrido há cerca de 7 milhões de anos.

A descoberta foi feita graças à análise do "relógio molecular" dos seres humanos, em outras palavras, o ritmo evolutivo da espécie.

Acreditava-se que ele fosse mais rápido, mas a equipe americana verificou que o chamado "relógio" está batendo tão lentamente que os primeiros traços distintos dos humanos – cérebros maiores e uma gestação mais longa – surgiram há menos tempo do que se pensava.

"Intrigantemente, humanos e chimpanzés parecem ter evoluído mais lentamente do que gorilas e orangotangos", diz o estudo.

Diferenças

A equipe liderada pela pesquisadora Soojin Yi comparou as diferenças entre humanos e chimpanzés.

"Humanos levam quase o dobro do tempo que chimpanzés e gorilas para atingir a maturidade sexual, têm expectativa de vida e período de gestação mais longos, em comparação com qualquer outro hominídio não-humano", escreveram os pesquisadores.

Os chimpanzés vivem entre 40 e 50 anos e têm uma gravidez de oito meses.

No ano passado, uma equipe internacional de 67 pesquisadores descobriu que dos cerca de 3 bilhões de pares de bases de DNA em homens e chimpanzés apenas 40 milhões seriam diferentes.

Embora a diferença seja pequena, são esses 40 milhões de pares de bases de DNA que são responsáveis por diferenças vitais, desde o tamanho do cérebro e as taxas reprodutivas até o olfato e a tendência a determinadas doenças.

A idéia de se classificar os chimpanzés no mesmo gênero que os humanos, o Homo, não é nova, mas sempre foi muito combatida.

Na Nova Zelândia, o governo já recebeu uma petição pedindo a criação de direitos para os chimpanzés.

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