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Terapia com golfinho alivia depressão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nadar com golfinhos ajuda a aliviar sintomas leves e moderados de depressão, segundo pesquisa da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha. Os resultados da pesquisa, realizada em Honduras, na América Central, reforçam a teoria da biofilia, que mostra como a saúde humana e o bem-estar são dependentes de nosso relacionamento com o ambiente natural, daí a “importância de protegê-lo e conservá-lo”, conclui o estudo. Para a pesquisa, foram selecionadas 30 pessoas diagnosticadas com depressão leve ou moderada. Ao longo de duas semanas, 15 pacientes nadaram e mergulahram com snorkell em meio aos golfinhos em sessões diárias de uma hora. As outras 15 pessoas nadaram na mesma área, mas sem interagir com os golfinhos. Todos os voluntários que participaram da experiência deixaram de tomar medicamentos antidepressivos. Efeito duradouro Ao final do experimento, ambos os grupos apresentaram melhora em sua saúde mental. Porém, entre os pacientes que interagiram com os golfinhos, a melhora foi ainda maior. Três meses depois da pesquisa, voluntários de ambos os grupos relataram que não tinham retomado o uso de antidepressivos, porque o estado de sua saúde mental continuava positivo. De acordo com os autores da pesquisa, valores ligados à dimensão estética e as emoções geradas pela interação com os golfinhos têm propriedades curativas. Alguns especulam que as ondas ultrassônicas emitidas por esses mamíferos marinhos também podem causar um efeito benéfico sobre a saúde mental de humanos. “Os golfinhos são animais altamente inteligentes capazes de interações complexas e tratam os humanos positivamente”, diz o professor Michael Reveley, da equipe que realizou o estudo. Segundo Reveley, “precisamos lembrar que somos parte do mundo natural, e interagir com ele pode ter um efeito benéfico sobre nós”. A terapia com golfinhos já é usada para ajudar na reabilitação de crianças. O estudo foi publicado no British Medical Journal. |
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