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Gripe aviária mata 2,6 mil aves em novo surto na China | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da China confirmou, nesta quarta-feira, a ocorrência de um novo surto da forma letal da gripe aviária, provocada pelo vírus H5N1, com a morte de 2,6 mil aves na Mongólia. As aves foram encontradas em uma fazenda perto da capital da região, Hohhot, segundo a agência oficial de notícias, Xinhua. Já foram registrados neste ano na China surtos de gripe aviária, em Qinghai, Xinjiang e no Tibete. Milhares de aves foram sacrificadas. A gripe aviária matou pelo menos 60 pessoas no leste da Ásia desde 2003. Segundo a Xinhua, o mais recente surto, no vilarejo de Tengjiaying, já está sob controle. Não há menção, contudo, de quando o novo surto foi descoberto ou se há alguma vítima entre seres humanos. A notícia vem a público num momento em que a Organização das Nações Unidas (ONU) adverte que o risco de a gripe aviária chegar ao Oriente Médio e à África aumentou muito depois do aparecimento de surtos na Romênia e na Turquia. A FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura) disse que há grande preocupação com a propagação do vírus através da migração de aves para o norte e leste da África. |
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