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Pílula de hormônio pode estender vida em 30 anos, diz pesquisa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ingestão diária de uma pílula do hormônio tiroxina pode aumentar em até 30 anos a vida média das pessoas, segundo uma pesquisa da Universidade de Aberdeen, na Escócia, que deve ser publicada pela revista Journal of Experimental Biology. Segundo o professor John Speakman, um dos membros da equipe de cientistas, o hormônio aumenta o metabolismo e o tempo de vida. A conclusão foi baseada em testes com ratos, mas, segundo Speakman, com a dose correta, os efeitos no homem seriam os mesmos. "Nós sabemos que a tiroxina afeta a taxa de metabolismo. A chave é conseguir a dose correta." Controvérsia O uso do hormônio por seres humanos para aumentar a expectativa de vida, porém, foi colocado em dúvida por Pierre Bouloux, endocrinologista do Hospital Royal Free, de Londres. "Acelerar a atividade da glândula tireóide aumenta em três vezes o risco de ataque do coração e de três a quatro vezes o risco de osteoporose", disse Bouloux. "E uma tireóide hiperativa aumenta a taxa de mortalidade entre os idosos", acrescentou Bouloux. Segundo Speakman, porém, o objetivo da pesquisa é aumentar a expectativa de vida ativa das pessoas. "Nós não queremos aumentar o tempo de vida delas sob cuidado de enfermeiros." O cientista admite, porém, que pode não ser possível determinar uma dose do hormônio que tenha os efeitos observados em ratos e que seja segura para o homem. A tiroxina já é usada por pessoas que não produzem a quantidade necessária do hormônio naturalmente. Mas pessoas com excesso do tiroxina, porém, precisam tomar remédios para baixar o nível do hormônio no corpo. |
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