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Evitar vírus de computador 'estressa mais que divórcio' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Combater vírus de computador pode ser mais estressante do que um divórcio, de acordo com pesquisa feita entre executivos de tecnologia europeus. Segundo o estudo, realizado com gerentes de tecnologia de 500 empresas européias, embora a maioria das firmas tenham software para combater vírus, spams (e-mail indesejado) e phishing (golpe em busca de senhas, envolvendo falsos sites de bancos), poucos sistemas oferecem proteção adequada. Cerca de 20% dos que responderam à pesquisa disseram que o estresse de proteger o empregador é pior do que o provocado por eventos como casamento, mudança de casa ou separação. A pesquisa mostrou que a maioria dos gerentes de tecnologia acha que seriam demitidos se deixassem a empresa sofrer um problema sério de segurança. O estudo foi feito para descobrir o nível de confiança dos gerentes de tecnologia nos sistemas usados para controlar as diferentes ameaças tecnológicas. Aumento Nos últimos 18 meses, cresceu acentuadamente o número de ameaças a empresas e a empregados em função da proliferação de vírus e de ataques a bancos online por gangues de phishing. Ao contrário do que acontecia há poucos anos, agora muitos dos programas de ataque à segurança são feitos com o objetivos explicitamente criminosos. Apesar do aumento da ameaça de ataques criminosos e da seriedade deles, a pesquisa constatou que 91% dos gerentes de tecnologia acreditam que seus sistemas de segurança são completos e bons para manter a segurança. No entanto, a pesquisa constatou que muitas empresas não tinham sistemas para defendê-las de alguns dos problemas mais comuns de segurança, sugerindo que é equivocada a confiança nos sistema de proteção. A pesquisa descobriu, por exemplo, que apenas 30% dos que participaram do estudo tinham equipamentos para impedir que empregados operassem como hackers em sistemas internos ou programas para impedir vazamento de documentos confidenciais. "Eles se sentem seguros porque não estão procurando as ameaças e, portanto, não estão encontrando", disse Mark Murtagh, diretor técnico da empresa de segurança Websense, que encomendou a pesquisa. |
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