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Problemas afetivos podem levar ao suicídio, dizem psicólogos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Problemas afetivos podem matar e deveriam ser levados mais a sério, de acordo com um artigo de especialistas publicado nesta semana na Grã-Bretanha. Em um artigo da revista especializada The Psychologist, o psicólogo Frank Tallis escreveu que muitas pessoas acabam "desestabilizadas ao se apaixonar ou sofrem quando seu amor não é correspondido". Segundo o psicólogo, tais fatores podem levar em casos extremos a tentativas de suicídio. Tallis afirma que, ainda assim, poucos estudos tratam de problemas afetivos. Alex Gardner, membro da Sociedade de Psicologia Britânica, diz que médicos precisam estar atentos em seus diagnósticos ao fato de que uma pessoa poder estar sofrendo de problemas afetivos. Risco de morte "Muitas pessoas podem morrer de uma desilusão amorosa". De acordo com o psicólogo, um quadro de desilusão pode levar ao desespero, à falta de esperança e a um estado de extrema exaustão física. Em casos extremos, acrescentou o psicólogo, problemas afetivos podem induzir alguém ao suicídio. Frank Tallis conta que antes do século 18 males ligados ao amor eram aceitos como condições naturais. Segundo o psicólogo, atualmente doenças ligadas a problemas amorosos podem ser indicadas por sintomas tão diversos como obessões compulsivas, auto-estima inflada ou depressão. |
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