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Pioneiro do Everest critica estrada na Antártica | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O neo-zelandês Edmund Hillary, primeiro explorador a alcançar o pico do Everest, criticiou um projeto dos Estados Unidos de construir uma estrada na Antártica. Segundo Hillary, hoje com 85 anos, a estrada que está sendo construída é "algo terrível". "Sou veementemente contrário a isso. Acho que eles deveriam seguir usando aviões, como vêm fazendo há anos", afirmo Hillary, que chegou à Antártica há 46 anos. O projeto, que está parcialmente completo, visa reduzir o número de vôos ao Pólo Sul. Grã-Bretanha A estrada de 1,6 mil quilômetros deverá ligar a Estação McMurdo, na região litorânea da Antártica, à base Amundsen-Scott, liberando aviões especialmente designados para a neve para realizar outras missões. Hillary também criticou a Grã-Bretanha, acusando o país de não ter zelado pelos abrigos construídos pelo explorador Robert Falcon Scott, que morreu ao regressar do Pólo Sul, em 1912. Os abrigos estão sendo ameaçadas pelo avanço de geleiras. Hillary ficou conhecido quando se tornou o primeiro explorador a chegar ao cume do Everest, em 1953, juntamente com o guia nepalês Tenzig Norgay. |
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