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Hollywood abre processos contra pirataria na web | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os estúdios de Hollywood começaram a processar pessoas nos Estados Unidos que praticaram ilegalmente a troca de filmes piratas via internet. A Motion Picture Association of America (MPAA, que congrega a indústria do cinema) anunciou há duas semanas que entraria na Justiça contra qualquer usuário flagrado baixando cópias digitais de filmes na internet. Segundo a organização, seus advogados tentarão obter dos acusados indenizações de até US$ 30 mil (cerca de R$ 83 mil) por filme. Um porta-voz disse que os processos foram abertos em várias partes do país, mas não especificou quantas pessoas estão na mira. John Malcolm, diretor mundial de operações contra a pirataria da MPAA, defendeu a decisão de evitar a divulgação dos número de internautas processados. "Isso não é importante, não importa se são dez ou 500 processos. A idéia é que não exista nenhum porto seguro." A iniciativa da indústria cinematográfica tem como base uma lei sobre direitos autorais, e segue os mesmos passos adotados pela indústria fonográfica, que perde bilhões de dólares com a troca ilegal de músicas pela rede de computadores. "O futuro de nossa indústria, e dos centenas de milhares de empregos que ela oferece, precisa ser protegido deste roubo de todas as formas", declarou o presidente da MPAA, Dan Glickman. |
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