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Londres alerta 4 mil para risco de sangue com 'vaca louca' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Milhares de pessoas na Grã-Bretanha estão sendo alertadas que podem ter sido expostas à Síndrome de Creutzfeld-Jakobs, conhecida popularmente como doença da vaca louca, por terem entrado em contato com derivados de sangue contaminado. A maioria dos britânicos em situação de risco é formada por portadores de hemofilia. Os pacientes podem ter recebido elementos do sangue de pessoas que mais tarde desenvolveram a doença. O governo enfatiza, no entanto, que o risco é muito baixo e restrito a quem teve acesso a esses derivados de sangue antes de 1999, quando medidas mais rígidas de segurança passaram a ser tomadas. Pelo menos nove pessoas na Grã-Bretanha desenvolveram a doença da vaca louca depois de terem doado sangue. Material diluído As doações teriam sido transformadas em plasma, material que foi diluído em mistura com os de outros milhares de doadores. Responsáveis pelo controle da doença na Grã-Bretanha dizem que essa diluição reduz muito o risco de contaminação. No total, 6 mil cartas estão sendo enviadas no país para informar pacientes sobre a avaliação de risco – embora apenas dois terços estejam sendo relacionados a algum tipo de risco. Não há testes para identificar vestígios da síndrome no cérebro. Assim, quem está sob risco não tem como fazer nenhum teste. Além de hemofílicos, alguns pacientes com problemas no sistema imunológico também receberam as cartas. Cientistas do governo dizem que é preciso pesquisar mais para determinar o exato risco a que cada pessoa foi exposta. Quem estiver sob risco será orientado a não doar sangue e a informar a médicos e dentistas se precisarem se submeter a tratamentos no futuro. |
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